Membro do PCC já foi con­de­nado em se­gunda ins­tância a penas que somam mais de 25 anos e está fo­ra­gido. Cabe lem­brar que o mesmo é con­si­de­rado um ban­dido de alta pe­ri­cu­lo­si­dade.

Nesta sexta-feira (13 de no­vembro), o mi­nistro Marco Au­rélio Mello, do Su­premo Tri­bunal Fe­deral, votou, no­va­mente, a favor da li­ber­dade do tra­fi­cante André do Rap.  Desta vez, o caso está sendo ana­li­sado vir­tu­al­mente pela 1ª turma. Em ou­tubro, o pre­si­dente da corte, Luiz Fux, re­verteu a de­cisão do co­lega e man­teve a ordem de prisão do membro do PCC. O en­ten­di­mento foi con­fir­mado pelo ple­nário por 9 a 1. André do Rap já foi con­de­nado em se­gunda ins­tância a penas que somam mais de 25 anos e está fo­ra­gido.

Mesmo re­ver­tido, Marco Au­rélio sub­meteu à turma o pró­prio ha­beas corpus. A ten­dência é que, mais uma vez, o co­le­giado de­cida pela prisão pre­ven­tiva de André do Rap. No voto desta sexta-feira, o mi­nistro voltou a in­sistir que aca­bado o prazo de 90 dias, a prisão pre­ven­tiva se torna ilegal, in­de­pen­den­te­mente da pe­ri­cu­lo­si­dade do réu, caso a ne­ces­si­dade de de­tenção não seja jus­ti­fi­cada. O jul­ga­mento ocorre no ple­nário vir­tual e está pre­visto para ter­minar no dia 20 de no­vembro. As in­for­ma­ções são da Re­vista Oeste.